Estimados(as), perdoem-me a tremenda falta e o extremo egoismo mas, e creio que simpatizam com o meu condicionalismo – com este hedonismo tardio que me domina e cerceia – esta semana não consigo escrever mais do que isto que o meu avô paterno me deixou:
“Nesta vida só temos duas certezas:
O que é doce nunca amargou e daqui a cem anos está cá outra gente!”
Armando Teixeira de Sousa
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