“A tragédia de Pedrogão Grande e a “silly season” do Dr. Almeida Rodrigues (P.J.)”

Liberdade daqui a: 825 dias!!!

Um pai/marido sobrevivo, visivelmente aturdido, vencido, a relatar como conseguiu salvar os seus pais e como perdeu a mulher e duas filhas, da idade das minhas.

O mesmo pai/marido sobrevivo, visivelmente atónico, inerte, oferecendo a si uma reconfortante versão do que possivelmente se passou nos instantes finais da mulher e filhas: “Se calhar o “airbag” disparou e ambas desmaiaram, a outra por causa do cinto ou sem o cinto também deve ter ficado inconsciente.” Algo deste género porque não consegui apontar, consequência da comoção que experimentei ao ver e ouvir este pai/marido impotente, fraco, débil, incrédulo.

As mais sentidas condolências para todos os familiares desta tragédia e para todos nós!

Para quem nos governa, um conselho com milénios; para quem (supostamente) nos lidera:

“Faz planos para o que é difícil enquanto o que é difícil é fácil; faz o que é grande enquanto o que é grande é pequeno. As coisas mais difíceis do mundo devem ser feitas quando ainda é fácil fazê-las; as maiores coisas do mundo devem ser feitas quando se afiguram pequenas. Por esta razão, os sábios nunca fazem o que é grandioso, e é por isso que conseguem alcançar tal grandeza.” (“A arte da Guerra”, Sun Tzu) Percebem isto, V.Exas.?

Para os “soldados da Paz”, os nossos valorosos bombeiros: que altíssimo exemplo de dedicação, abnegação de si mesmo, voluntarismo e coragem! Coragem? Perdoem-me mas tenho que substituir “coragem” por “temeridade”. Temerário é aquele que se revela audacioso até à imprudência, o que não é profícuo, não lucra à causa nem ao próprio!

Bravos “soldados da Paz” exijam formação, condições e profissionalismo, exijam serem pagos, exijam serem dotados de cientificidade e capacidade logística; coragem é ter medo, conhecer o perigo e avançar. Os nossos bombeiros avançam, sempre, mas não conhecem o perigo  e morrem, isto não é admissível. Obrigado, soldados da Paz de Portugal!

Junho, Julho, Agosto, Setembro: férias para os portugueses, para o Parlamento, para os Tribunais. Não existindo nada mais do que o ansiado descanso, nas televisões nacionais, inicia-se oficialmente a “silly season”!

Ultimamente, os incêndios, infelizmente, reiteradamente ofertam “matéria” para notícia, comentário, comentário ao comentário, inferência retirada do comentado, comentário da inferência, especialistas da especialidade especialmente preparados para a emissão especial sobre a tragédia!

No fundo, é uma “silly season temática” na “silly season”.

Ninguém ajuda na confusão, pelo contrário, e tudo fica na mesma, ficando mais uma vez a culpa e a responsabilização por desposar!

Um exemplo do que afirmo, ocorrido nesta tragédia de Pedrogão Grande! Um docente de uma universidade “engenheiro florestal e especialista em comportamento do fogo”, sobre as vítimas da estrada EN236 (a mulher e duas filhas daquele pai/marido atónico): “O fumo terá matado antes das chamas. Conta quem já investigou centenas de casos de incêndios. Acredito que as vítimas ficaram inconscientes. Mesmo as que foram encontradas carbonizadas, só foram queimadas muito depois de perderem os sentidos e estariam já mortas por causa da inalação de fumos. Sinal disto é a disposição dos cadáveres. Quando alguém é atingido pelas chamas, o corpo é encontrado com os braços em posição defensiva, como se fosse um “bouxer” a tentar apagar o fogo com as mãos. Se os corpos são encontrados com os braços caídos ao longo do corpo, isto quer dizer que estariam inconscientes quando as chamas chegaram.” (site do Jornal “Correio da Manhã”, em www.cmjornal.pt)

É docente de uma universidade, está nos média, centenas de casos investigados, deve ser, melhor: claro que é credível!

Vergonhoso, é o que isto é! Uma falta de respeito pela memória das vítimas, uma burla para os sobrevivos e seus familiares!

O cadáver de carbonizados apresenta posições atípicas ou se quiserem peculiares, designadas de “combate” ou “posição de bouxer”, consequência de um fenómeno físico, devido à rigidez muscular provocada pelo calor, predominando a musculatura flexora sobre a extensora. Esta flexão das extremidades superiores – braços – desenvolve-se à medida que o corpo esfria e não são o reflexo/prova de posição do corpo antes de ser queimado ou aquando da exposição ao fogo em vida!

Se por acaso não crêem no Inspector João de Sousa, a meses de ser considerado definitivamente corrupto pela Justiça Portuguesa, se acham que é só criticar por criticar, então eu oferto-vos aquilo que ninguém até agora ofertou, isto é, cientificidade: “Manual de Patologia Forense”, Vicente J.M. Di Maio e Suzanna E. Dana, VIII. Cadáveres Carbonizados; “Medicina Legal y Toxicologia”, Gisbert Calabuig, 6ª edición, Hábito externo de los cadáveres carbonizados.

Reparem que não invoquei os 15 anos de carreira na P.J., 13 de investigação de Homicídios, centenas de autópsias ou dezenas de carbonizados, nem sequer o facto de ser Membro da Academia Americana de Ciências Forenses, ou, ter sido um caso de homicídio em que o cadáver apresentou-se carbonizado a minha primeira publicação nos E.U.A., para ofertar credibilidade ao que afirmei. Apenas obriguei-me ao rigor, honestidade intelectual e respeito pelas vítimas e familiares que se impõe, ao contrário do senhor que se segue, incrível exemplo do que não se deve ou pode fazer, a bandeira da terrível “silly season” a que todos nós assistimos: Dr. Almeida Rodrigues, Director Nacional da Polícia Judiciária.

Primeira nota prévia: A coordenadora-superior, Maria Alice Fernandes, afirmou no  meu Julgamento (está gravado) que o Inspector João de Sousa sempre criticou muito a Polícia Judiciária.

Segunda nota prévia: Os elementos do laboratório da Polícia Científica da Polícia Judiciária, área da Física e da Química, são exemplos de profissionalismo, capazes de excelência no trabalho, assim como existem Inspectores e Inspectores-chefes com muita experiência e “saber-fazer”.

Terceira nota prévia: Novamente Sun Tzu, “A arte da guerra”, porque isto é uma batalha contra a ignorância e a incompetência. “Fazer com que homens combatam deixando que a energia do momento linear opere é como fazer rolar troncos e pedras. Os troncos e as pedras, quando estão em terra plana, estão parados, mas rolam se estiverem num terreno inclinado; mantêm-se imóveis se forem rectangulares, mas rolam se forem redondos. Assim, quando as pessoas são habilmente conduzidas em batalha, o momento linear é como o ímpeto de pedras redondas que se despenham, rolando montanha abaixo – isto é Força.”

A P.J. em perfeita articulação com a G.N.R., conseguiu determinar a origem do incêndio e tudo aponta muito claramente para que sejam causas naturais, inclusivamente encontrámos a árvore que foi atingida por um raio, disse Almeida Rodrigues”

O Senhor Director Nacional da P.J., Dr. Almeida Rodrigues, que deveria conduzir os seus homens e mulheres na investigação, afinal é um autêntico “calhau” que imobiliza a máquina investigatória da instituição que dirige! Atenção que “calhau” é uma pedra de pequenas dimensões, logo entra facilmente na engrenagem e paralisa tudo; não é no sentido de indivíduo limitado, ignorante, tacanho (no sentido figurado de quem revela estreiteza de ideias) ainda que eu compreenda e aceite que o(a) Leitor(a) possa concluir facilmente isso mesmo!

Incompreensivelmente, ou talvez não para quem conhece a realidade da P.J. e quem a dirige, o Dr. Almeida Rodrigues comprometeu definitivamente a investigação capaz e esclarecedora do sucedido, permitindo, fruto da leveza, diria mesmo leviandade das suas palavras, que a dúvida e a desconfiança se instalassem e permaneçam mesmo aquando das conclusões finais dos investigadores.

Esta Direcção que se escuda no tempo que demoram as perícias forenses, recorrendo ao já estafado chavão, “isto não é como nas séries televisivas, como no “CSI” que dá resultados na hora”, surge nas televisões, na pessoa do Dr. Almeida Rodrigues, a afirmar taxativamente que está afastada a hipótese de “mão criminosa”, tendo inclusive detectado a árvore onde caiu o raio, local onde tudo se iniciou!

Como é possível tanta imprudência, falta de cientificidade, bom-senso?

João Pereira Moutinho, professor Universitário: “Não basta dizer que se fez o “máximo”, pode ser negligente, ignorante, ou ambos. No limite não é a natureza que mata. É a pobreza – material ou mental – dos homens” (in C.M. de 19 de Junho 2017)

Com as chamas ainda a lavrarem, sem confirmação laboratorial, pericial, só por “olhómetro” e averiguações preliminares, o Dr. Almeida Rodrigues avança, conclui, infere, aparece? O outro estudioso da posição de “Bouxer” é apenas um ignorante desbocado, o Dr. Almeida Rodrigues é o Director Nacional da Polícia Judiciária, uma Polícia científica (supostamente!)

João Pereira Coutinho “tocou na ferida” mas não nomeou, não responsabilizou. Eu, critico antes, durante e depois da prisão preventiva, aponto, identifico: é a minha humilde contribuição para as vítimas, familiares e Polícia Judiciária!

O Dr. Almeida Rodrigues é a comprovação viva de que a velocidade da luz é superior à do som, facto científico que auxilia, por breves instantes, o medrar da incompetência: surge a imagem, e, assim que começa a falar, a credibilidade e proficiência evolam-se!

Anteriormente, neste espaço, epitetei o Dr. Almeida Rodrigues de “Disparatado factótum” (texto publicado a 19 de Dezembro de 2016, “E se eu me calar… o que mudará?”).

“Factótum”, designa, ironicamente, um indivíduo que se julga capaz de tudo fazer ou resolver!

As suas declarações, à semelhança do que proferiu na ocasião em que escrevi o texto referido, corroboram o que expus!

Aquando da detenção de Pedro Dias, critiquei num texto publicado a 21 de Novembro de 2016 – “O caso Pedro Dias: uma mudança de paradigma na investigação criminal?” – o facto do Dr. Almeida Rodrigues estar a ser visível e notoriamente industriado (no sentido de “adestrar”) por uma advogada e por uma jornalista que em directo, via televisão, exigiam ao Director Nacional da P.J. que fosse o departamento “A” e não o “B” a deter o presumível homicida e no tempo, local e modo que exigiam!

O desempenho do Exmo. Sr. Director Nacional da P.J., Dr. Almeida Rodrigues, nesta tragédia, à semelhança do que fez na tragédia das vítimas do presumível homicida Pedro Dias, corroboram o que venho expondo aqui há 3 anos e 3 meses (duração da minha prisão preventiva!)

Qual a razão para tão disparatada declaração? Uma árvore atingida por um raio, apurando-se depois de perfeita articulação com a G.N.R.? “Articulação perfeita” como no caso do Pedro Dias?

Vontade, necessidade de aparecer? O cargo que ocupa é tão nobre e dignificante que não pode ser essa a razão! Ou é?!?

Facto curioso: Sandra Felgueiras surge dias após a tragédia e as também trágicas (para a P.J. e todos nós) declarações do Director Nacional da P.J., junto da árvore em questão!

No mesmo dia em que a Dra. Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral da República, informa que foi aberto um inquérito para averiguar as causas “de tudo”, inquérito que se encontra em segredo de Justiça!

Um inquérito aberto pelo Ministério Público após o Director Nacional da P.J. afirmar que não existia “mão criminosa”!?!

Jornal “I”, quinta-feira, 22 de Junho de 2017, número 2466, primeira página: “Incêndios de Pedrogão Grande: P.J. admite fogo posto”.

E agora: ficamos como?

O meu saudoso avô-paterno tinha uma expressão deliciosa para descrever indivíduos que notoriamente teimavam em reiterar na aviltante inépcia: “É um pateta alegre!”

O Exmo. Sr. Director Nacional da P.J., Dr. Almeida Rodrigues, tem responsabilidades acrescidas, relativamente ao que afirma. É a cara de uma instituição da qual todos esperam respostas seguras, científicas, sólidas, esclarecedoras.

O Dr. Almeida Rodrigues comprometeu toda a investigação e lesou a credibilidade científica da Polícia Judiciária.

O Dr. Almeida Rodrigues é notícia, por causa do que afirmou, no “D.N.” e no “C.M.”, mas também no “El Mundo”, “El País”, “Globo.com”, “BBC News”, “CNN”, “The Telegraph” e “The New York Times”. Quem é técnico, perito, honesto intelectualmente: escandaliza-se!

Quem conseguir rir, ser irónico, pode satirizar: “As autoridades inglesas só agora conseguiram identificar as causas da tragédia do aranha-céus, ocorrida em Londres. Pudera, não é Director da “Scotland Yard” o Dr. Almeida Rodrigues que em poucas horas e com o fogo ainda a matar: dá com a árvore!”

À frente de uma instituição que ainda é vista pela população portuguesa como garante de cientificidade e aplicação capaz da Justiça (o que eu discordo construtivamente) Almeida Rodrigues, Director Nacional, goza desse prestígio ao mesmo tempo que o destrói, assim como destrói o património de confiança dos portugueses.

Se o Dr. Almeida Rodrigues não tivesse suspendido o meu ordenado, há 3 anos e 3 meses, eu oferecia-lhe a versão da obra de Sun Tzu, “A arte da guerra”, ilustrada, igual à que possuo, porque está comentada por excelentes líderes do antanho.

Comentário de Du Mu: “Atirar pedras do topo de uma montanha de dez mil pés de altura, tal que elas rolem encosta abaixo, e nada as poderá parar – isto deve-se à montanha, e não às pedras.”

Atendendo ao reiterar aviltante de manifestações de ignorância crassa, por parte do Dr. Almeida Rodrigues, e não por causa do(a) Leitor(a), impõem-se descodificar: a “montanha” e a sua “altura” representam a instituição P.J. e o seu património de confiança por parte dos concidadãos que servem; as “pedras”, os investigadores; quem as “atira”, o Sr. Director. Mesmo com esta vantagem natural (entenda-se: a falta de controlo de qualidade, escrutínio, conhecimento das populações, responsabilização, autoscopia e auto-crítica) o Dr. Almeida Rodrigues consegue esbarrondar toda a investigação!

Reiteração e responsabilização.

Reiteração: “Caso Joana”, “Caso Maddie”, “Caso Rui Pedro”, “Caso Freeport”, “Caso Pedro Dias”, “Caso Armindo Castro”, “Caso Ana Saltão”, incidente “Lingotes de ouro desaparecidos na Directoria do Norte da P.J.”, “Caso Meco” e agora a “Tragédia de Pedrogão Grande”!

Responsabilização: a Associação Sindical de Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFIC-PJ) tem o dever ético e moral de zelar pela boa imagem da instituição que servem/representam. Fui condenado em primeira instância pela prática do crime de violação de segredo por funcionário agravada; o e-mail que provaria os contactos que mantive com a imprensa a fim de denunciar outros “disparates” do Sr. Director Nacional da P.J., a pedido de elementos da ASFIC, serviu para provar a minha corrupção passiva e a tal violação agravada. A seu tempo será esclarecido, agora não importa!

Agora o que importa é responsabilizar! Se a ASFIC-PJ não tem a coragem e o sentido ético-moral para o fazer, eu, ainda que maculado, preso, desacreditado, faço-o:

Exmo. Sr. Director Nacional da P.J., Dr. Almeida Rodrigues, demita-se!

Se por acaso o próprio não possuir esta réstia de nobreza e sentido de serviço público: a tutela, por favor, demita o Dr. Almeida Rodrigues. O país em luto agradece!

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12 thoughts on ““A tragédia de Pedrogão Grande e a “silly season” do Dr. Almeida Rodrigues (P.J.)”

  1. Puta Madre! Que grande par de bolas você tem! Mas eu já sabia, já tivemos em muitos apertos juntos e nunca falhaste. O pessoal está doido! Quer dizer, só aqueles que julgavam que te conheciam. Estás a dizer o que nós não temos tomates para fazer (eu incluído). Sabes que vais penar, não sabes? Nunca foste parvo, pelo contrário e eles não gostam disso. Temos saudades.
    Abraço, ó De Sousa! És o maior!

    • Tens razão anónimo!
      Força João! Desculpa o egoísmo, mas por nós que estamos deste lado, não desistas, não deixes de denunciar e exigir ! (Tu também nunca foste de desistir!…) Por isso coragem! Pelo menos que tu te faças ouvir, por muitos de nós! Simplesmente porque, sim, TENS RAZÃO, e isso está bem patente neste texto ( já nem me refiro a outros mais antigos) e isso perturba muita gente! Mas a verdade não merece castigo e o teu “castigo” já mete, verdadeiramente, NOJO!!!
      Um abraço! E lembra-te, que o que não nos mata, torna-nos mais fortes!
      És grande, rapaz! Continua! Mantem a tua dignidade porque um dia, estarás deste lado de novo.

  2. Continue a ser como é. A sua prisão há-de acabar mas espero que o seu carácter e personalidade se mantenham, dizendo o que pensa, mesmo que isso lhe venha ainda a trazer ( mais) dissabores.

  3. Mais uma vez eu lhe quero agradecer por este fabuloso e arrojado texto que só quem tem muita coragem o consegue fazer. Muito obrigado inspector João de Sousa que a coragem e a saúde nunca lhe falte para continuar. Este texto é dos que nós lemos e nunca mais seremos a mesma pessoa,que nos ensina nos dá também coragem a nós para as nossas dificuldades da vida mas todos nós deveria-mos ter um pouco da coragem que o senhor tem. Está aqui bem representado a verdade da justiça e o poder politico que temos no nosso país. Parabéns um abraço e muito obrigado, Inspector João de Sousa.

  4. Caro Inspetor João de Sousa,
    Bravo!
    Permita-me, “a montanha pariu um rato” que seja o oposto e que após um parto difícil “rolem” as cabeças necessárias.
    Ano após ano assistimos sempre ao mesmo: Tragédia, e todos os anos continua-se a errar insistindo em não tirar qualquer aprendizagem.
    Sabe, se calhar vamos a caminho da sétima temporada (season 7) da série “ 3º Calhau a Contar do Sol” que gira em torno de uma expedição de extraterrestres que viaja para a terra a fim de aprender tudo sobre os seus estranhos habitantes e costumes. Sendo esta uma série de comédia, espero que se deixem de comédias porque na realidade tudo isto é muitíssimo triste.

    Cumprimentos,

  5. Muito Bom Texto

    Continuo surpreendido, com o “correio do crime ” e seus distintos comentadores criminais,PJ s reformados, nada dizerem sobre o Seu caso, no mínimo estranho
    Aguardemos.
    BOA SORTE.

  6. No “fogo vingativo e cruel” em que o Insp. está envolvido, não é o cidadão João de Sousa que sai chamuscado. É a justiça portuguesa que sai completamente carbonizada – basta auscultar a opinião pública. Uma justiça que exala fumos sufocantes para quem a perturbe ou seja incómodo.
    J. Sócrates, Ricardo Salgado, Vara e tantas outras figuras, têm à sua volta um corpo de “bombeiros” que se esforça para que elas possam estar comodamente protegidas de fogos, e assim se deliciem em respirar ar puro.

  7. Eras grande se a tua prosa fosse escrita qdo estavas no ativo, escreveres agora que estás a ver o sol aos quadradinhos e atirares em todas as direções não passa de uma vigança

  8. Agora é que te enganaste “Sierra november”, que raio de nome mas deves usa-lo pela mesma razão que eu me identifico como anónimo: é a cobardia maior ( e eu assumo a minha). Já o João tem a Coragem.
    Só revela que não o conheceste. Sempre foi um crítico inquieto e construtivo, sempre apontou o erro incisivamente fosse a quem fosse para que se fizesse mais e melhor! e se ainda tens duvidas vai ouvir, porque podes provavelmente, as gravações do julgamento, onde colegas e coordenadora afirmam exactamente isso. Não só apontava o que estava errado como ainda foi o unico PJ convidado para fazer parte da maior Academia de investigação criminal do Mundo por reconhecimento do seu trabalho cientifico. Criar assim o ódio e a inveja nas mentes pequeninas é fácil e foi fácil. Por ele sempre dizer as verdades que muitos nao queriam nem querem ouvir (Se calhar tambem tu ouviste algumas não?) é que esta parvoice nojenta ainda dura e acredito que incrivelmente vá durar!!
    Se queres saber… nada no Mister Sousa mudou. É ele igual a si próprio.
    É que depois disto tudo ainda tem um pé esquerdo fabuloso! Mete a bola onde quer! 😉
    Não cuspas para o ar! para além de ser feio, pode caír-te em cima.
    DÁ-LHE JONNHY! ÉS GRANDE!
    FORÇA!!

    • Não estando, nunca estive e nunca fui à PJ, agradeço o seu comentário em defesa de alguém que tem clamado por justiça e, à luz do que se passa no nosso sistema injucidial, acho que tem carradas de razão. Efectivamente a inveja dos seus in-pares é terrível e vê-se a incompetência que todos os dias é dado observar. Também digo DÁ-LHE JONNHY! ÉS GRANDE! FORÇA!.
      P.S. Como alguém já aqui escreveu, é estranho (não é, são covardes) os PJ e Hernâni Carvalho não comentarem esta situação, só pregam loas à PJ, são uns lambe botas.

  9. Não vales mesmo nada. Cospes no prato que deu a comer. Só de uma pessoa como tu poderia sair um ataque tão baixo ao diretor da casa que te fez alguém na vida. Podes parar de falar na tal academia americana porque eles já sabem que tu estás preso e como é ponto de honra deles tu foste afastado. Em relação ao caso do cadáver que falas, mentes com quantos dentes tens na boca. Palhaço aldrabao

  10. ahahah olhe… mais um que compactua com a incompetência… mais um lambe botas! e é disto que mais temos neste país, não só na P.J.!!
    Renda-se às EVIDÊNCIAS homem, leia, veja as notícias, informe-se e não deixe que a cega inveja lhe aumente a cegueira e o torne uma ovelha num rebanho que caminha ordeiramente no mesmo sentido sem saber porquê, para quê e muito menos para onde. Pense nisso… se quiser fazer algo por este país e por nós todos!

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