“João de Sousa, o Orago!”

Liberdade daqui a: 881 dias!

Questão prévia, com sentido pedido de desculpas: na passada semana todos Vós celebraram o “25 de Abril de 74”; celebrou-se a Democracia e o Estado de Direito. Festejou-se a igualdade de oportunidades e de tratamento. Reiteraram-se os nobres princípios e valores constitucionais conquistados em Abril de 74: Princípio de Igualdade, o Direito à Vida, o Direito à Integridade pessoal e, Artigo 64º da Constituição da República Portuguesa (Saúde), o “direito à Protecção da saúde e o dever de a defender e promover”, direito esse realizado “através de um serviço nacional de saúde universal e geral […] tendencialmente gratuito”.

A minha mãe foi internada no dia 24 de Abril de 2017, com o objectivo de, nesse mesmo dia, realizar combate com o “bicho mau”.

A intervenção cirúrgica extractora não se realizou nesse dia. Não se realizou no dia seguinte! Não se realizou dois dias depois! Somente três dias após o internamento, foi intervencionado o “bicho mau”!

Queixo-me eu dos atrasos da Justiça e da minha interminável medida de coacção, quando a minha mãe tem de gerir a sua ansiedade e gerir a sua frustração com o “bicho mau” a medrar!

Razão para os adiamentos: devido ao cansaço das equipas de cirurgiões que no hospital estatal são obrigadas a operar várias horas seguidas, sem interrupção!

Agora o pedido de desculpas à minha mãe. Minha querida, lamento que o teu filho seja um triste inepto criminoso, um inenarrável inábil corrupto, que se deixa corromper por uma promessa, não tendo a sua futura locupletação permitido o reunir de fundos públicos de um qualquer banco ou outra entidade, lamentando igualmente não ter reunido amigos pródigos que permitissem neste momento difícil “comprar” a tua saúde num hospital privado! Lamento, mea culpa!

O tema desta semana.

“Palavra cuja forma se parece à de outra”. Gramaticalmente designa-se por Parônimo.

Por forma a evitar que os meus detractores possam jogar com as palavras, é “Orago” e não “Onagro”!

Possivelmente estou a sobrepujar o real intelecto dos “detractores”: saberão “eles” o que é um parônimo ou um onagro? Continuando…

Orago, no seu sentido figurado, significa “aquele que profetiza a respeito da marcha dos acontecimentos futuros, um oráculo.”

O que é isto agora? Julga-se este um oráculo?

Sim! “Falar como um oráculo”, isto é, “dizer coisas verdadeiras”.

Prova-o este blogue. Eu tenho razão!

“Inspector-chefe da P.J. denuncia Director Nacional” (in Jornal “Sol”, 22 de Abril de 2017)

Excerto de texto deste blogue, datado de 10 de Abril de 2016, “Uma questão de Postura”:

“[…] P.S. – Sei que muitas pessoas expectam a minha reacção, aqui vai: conheço os dois colegas da P.J. detidos […] eramos agentes, ele mais antigo e reconhecidamente um profissional de excepção na investigação do crime de tráfico de estupefacientes, tendo ofertado muito à Justiça, à instituição P.J. e aos superiores hierárquicos que muito “lucraram” em prestígio e promoção das suas próprias carreiras. […] Espero, sinceramente, que ambos não penem o que tenho penado e faço votos (para a “saúde da Justiça”) que não sejam condenados por práticas de investigação superiormente conhecidas e reconhecidas e que agora “puritanamente” se repudiam. […]”

O Orago João de Sousa… inepto corrupto… escrito um ano antes, ainda nem tinham sido presentes a Juiz, ao Juiz (o tal!), escrito no momento da detenção!

É tão bom ter razão, ainda que apodrecendo aqui em “Ébola” quando todos em casa estão, ainda que apodrecendo precisamente porque se tem razão!

“Director da P.J. vai fazer queixa do Juiz Carlos Alexandre à magistratura. […] O Director da Polícia Judiciária, que acusa Carlos Alexandre de ignorância em matéria das leis […]”. “O Juiz não sabe o que está a dizer. Desconhece a lei e faz comentários completamente desajustados”, reage Almeida Rodrigues […]” ( in Jornal “Público”, 24 de Abril de 2017)

Excerto de texto deste blogue, datado de 9 de Outubro de 2016, “Discrepância: Teorético Vs Práxis”: “[…] Autêntico círio para quem desconhece, para aqueles que conhecem a prática, o discurso teorético do Dr. Carlos Alexandre pode ser qualificado, no mínimo, como um exercício de “auto-promoção lusco-fusco”, no outro extremo, como alguém a quem não importa a proficuidade da aplicação da lei, alguém que não olha a meios para atingir o fim: a “notícia Justicialista” que o deifica! […]”

Será possível? Este tipo, o inepto João de Sousa, é um autêntico oráculo!

A pergunta do(a) Leitor(a) é pertinente: “O que é que se está a passar com esta gente?”

Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades? Ou mais tecnicamente: quem observa atribui estes comportamentos a um estado interno, ou seja, perante o Juiz, o colega detido resolveu falar porque se trata de um imperativo moral conquanto a prática de anos dessa forma de investigar – aquilo a que os psicólogos sociais designam por atribuição disposicional.

Ou, por estar detido, antevendo a prisão preventiva, numa estratégia de “terra queimada”, “depois de mim o dilúvio”, resolveu denunciar as nefastas práticas, condicionado pelas circunstâncias – aquilo a que os psicólogos sociais designam por atribuição situacional.

Trata-se da “Teoria da Atribuição”, das “atribuições disposicionais” versus “atribuições situacionais”.

Todos nós inferimos através dos actos dos outros, interpretamos atendendo ao que o outro faz.

Na maior parte das vezes, quase na totalidade, como a informação é escassa, verifica-se o chamado “viés e o erro na atribuição”, um “erro de atribuição fundamental” por falta de informação.

Que peça do puzzle está em falta neste caso? Porque estão zangados o Director da P.J. e o “Super-Juiz” Alexandre? Que razões alimentam as críticas do Dr. Carlos Alexandre que em todos os interrogatórios – no meu também, está gravado – “descasca” violentamente os responsáveis máximos da P.J.?

Antes de facultar informações só mais um reparo, porque a palavra-chave desta semana, já devem ter reparado, é “intrujar” (verbo transitivo: Intrometer-se com outras pessoas para as desfrutar ou explorar em proveito próprio; enganar, explorar, intrujir. Como verbo intransitivo: Contar patranhas)

“[…] “O Dr. Almeida Rodrigues a assinar um pedido para que uma brasileira ficasse como cidadã nacional por compensação de ter sido prestado um bom serviço à polícia? Não me revejo em nada disso e vou reponderar essa parte gaga”, observou […] (in Jornal “Público”, de 24 de Abril de 2017)

Como é que é, Sr. Dr. Juiz? Não se revê?

O “Super-Juiz”, celebrado e aclamado pela Polícia Judiciária como um capaz “ponta-de-lança”, infalível finalizador das diligências da fase de inquérito – “apresenta-se os “tipos” ao Alexandre que ficam de certeza presos!” – não se revê nas práticas da P.J.?

Será que se revê no facto de ter dito – está gravado – a um arguido, que também o Sr. Paulo Pereira Cristóvão ficou preso tanto tempo porque não disse o que ele queria?

Palavras que ilustram o sentimento de superioridade, que evidenciam a “paixão pelo poder”, o menosprezo pela Lei, a falta de equidistância que deve imperar entre o Ministério Público e o Juiz Zelador das Liberdades, Direitos e Garantias do arguido, numa clara perversão do Instituto da prisão preventiva, dos seus pressupostos e finalidades!

Excerto de texto deste blogue, datado de 15 de Junho de 2016, “Uma semana de Emoções: delírios da Justiça”: “[…] José Veiga em casa com guarda à porta, e se pagar 1,2 milhões: Liberdade plena! […]

“Vistos Gold”: Carlos Alexandre considerava a prova indiciária arrasadora: 21 arguidos (alguns chineses) todos em Liberdade. Denominador comum? Dr. Carlos Alexandre e o instituto da prisão preventiva utilizado para vergar, obrigar a denunciar, a delatar, a confessar! Mas só para  alguns… […]”

Revê-se o “Super-Juiz”, Dr. Carlos Alexandre, nestas práticas?

Já se realizou a estatística de condenações finais após o decretar da prisão preventiva pelo Juiz, Dr. Carlos Alexandre, correlacionando com o número de notícias publicadas?

Mantém-se a questão: Porque estão zangados o Director da P.J. e o “Super-Juiz”?

Só mais uma questão prévia: Alguém consegue explicar a razão que fundamenta a ausência da Polícia Judiciária na “Operação Marquês”?

Vejamos o “Orago”!

Excerto de texto desse blogue datado de 29 de Novembro de 2014, “A prisão de José Sócrates: onde está a Polícia Judiciária?”: “[…] Pode-se facilmente inferir que à data do “Caso Freeport”, se não se tivessem verificado algumas “travagens estratégicas”, não estaríamos hoje a ouvir falar no “Caso Marquês” […] Ora, aqui está a razão, caro Leitor(a). A P.J. não “tocou na massa” na investigação e sequente detenção de José Sócrates porque anteriormente revelou-se incompetente (no mínimo) […]

Atentem: este texto é escrito aquando da detenção! Atentem também à chamada de atenção presente: “no mínimo!”.

Vamos ao resto, no mesmo texto: “[..] A arte de “bem delegar” é sinónimo de excelência na Liderança. A Direcção da Polícia Judiciária não soube delegar. Permitiu que funcionários sem preparação executassem. Permitiu que indivíduo reconhecidamente incapaz fosse responsável pela coordenação […]”

Estarei eu a incorrer também num “Viés”, um “erro fundamental de atribuição”?

Não creio! Não esteve o processo “Freeport”, cuja coordenação era da responsabilidade da Coordenadora-superior de Investigação Criminal, Maria Alice Fernandes, parado durante anos?

Não ficaram diligências por realizar? Inexplicavelmente. Não estava referenciado, ainda que “misteriosamente” não constando do processo, o primo de José Sócrates, o mesmo primo da “Operação Marquês”, assim como os locais onde o dinheiro era “entregue” ao mesmo?

Quem liderava a P.J.? Quem permitiu que esta vergonha (no mínimo!) fosse mantida?

Quem, com o poder de avocar e redistribuir o inquérito, não o fez? Sim, avocar (expressão muito na moda) uma prerrogativa/dever do Director da P.J.? Na altura, como agora, o Dr. Almeida Rodrigues!

Vamos lá, meus amigos, deixar de contar patranhas! Não havia necessidade, hein! Não se revejam em intrujices! Os artistas são bons artistas… não havia necessidade!

O Orago João de Sousa, inepto corrupto, tem razão; e por ter razão e propalar orgulhosamente o facto, ainda apodrece na prisão!

“Suspeitos relatam crimes nos corredores da Judiciária” (in Jornal “Sol”, 22 de Abril de 2017)

O Juiz Carlos Alexandre não se revê; o Director da P.J. ofende-se e queixa-se!

O Orago João de Sousa, inepto corrupto, denunciou mais uma inacreditável coordenação da Coordenadora Maria Alice: uma menor sujeita a mais um abuso sexual, com consentimento e “coordenação” da P.J. a fim de se recolher amostra de esperma para prender o agressor!

Denunciado, aberto inquérito interno. Resultado: nada!

Alguém se revê nisto? Sr. Director, V. Exa., consegue rever-se?

“Coimbra. Vítima desenterrada. Homicídio. Juiz que julga Ana Saltão quer radiografia ao cadáver” (in “Correio da Manhã”, 1 de Abril de 2017)

Alguém se revê nestas práticas de investigação, V. Exa., Sr. Director da P.J.?

“Nova sede continua com falhas e heliporto e laboratório não funcionam. Direcção Nacional optou por não responder” (in Jornal “i”, 13 de Março de 2017)

A quem se vão queixar os portugueses e portuguesas?

Sabem que mais, o “orago-inepto-corrupto” consegue diminuir a elevada percentagem de hipótese de “Viés” ou de “erro de atribuição causal”, porque estava lá e presenciou!

Nunca foi “situacional” o factor que influenciou a crítica por mim manifestada, lá, no outro lado das grades, sempre o fiz e está gravado pois eu estive sob investigação!

Curiosamente, esses registos de intercepções telefónicas não tinham interesse para os autos, conquanto muito do que eu disse sobre pares e superiores hierárquicos tenha sido apresentado aos mesmos pela Coordenadora Maria Alice!

Prática na qual não me revejo? Nunca o fiz ou faria, mas sei que o indivíduo Maria Alice era useiro e vezeiro neste tipo de “estratégias de investigação”!

Ter razão é bom, afaga o ego, mas quando se é pequeno como o mexilhão, quando do outro lado estão “peixes graúdos” ou alguém medíocre com poder, a única coisa que nos resta é um blogue e apregoar no deserto, maculado porque se é corrupto! Mas eu tenho razão!

Como é que tudo isto dignifica a Justiça e as instituições que a aplicam e zelam pelo seu cumprimento?

Auxiliarão estas “patranhas” no esclarecimento das decisões judiciais? A quem lucra toda esta infeliz pantomima? Estas momices e esgares, este burlesco, quem é que dirige esta verdadeira “opera bufa”?

Uma coisa, este vosso “orago-inepto-corrupto” Inspector João de Sousa consegue vaticinar: se todos Vós continuarem a assistir, muitas vezes a aplaudir, cedendo ao facilitismo e aceitação desprovida de análise crítica (semelhantes a passivos corpos aclásticos que se deixam atravessar pela luz sem a refractar), correm o sério risco de um destes dias se acharem no palco, no papel principal, maniatados qual “pequena figura de madeira ou papelão que um homem, oculto atrás de uma tela, movimenta com os dedos ou por meio de cordéis”.

Mesmo que tenham razão!

 

 

 

Anúncios

11 thoughts on ““João de Sousa, o Orago!”

  1. Meu caro João de Sousa, hoje foi espetacular. As melhoras da Senhora sua Mãe e não se autoflagele pela situação, há milhares de portugueses e portuguesas nessa mesma triste realidade. O que mais me aflige é o que escreve no último parágrafo, sabe Deus quantos zés ninguém enchem as prisões exactamente por não dizerem o que o Super quer ouvir, ou mais, quando são sonegadas provas de inocência. É de lamentar que a CS principalmente o Correio Manholas o tenha deixado à sua sorte, nem uma palavra e porquê? eu sei!.

  2. Já era hora disto tudo ser denunciado! nem é este episódio somente, este é só mais um, mas sim todo o caso deste inspetor em si que mais parece uma novela sem fim, sem fundamento ou sentido algum! até a própria condenação de 1ª instância!! Uma promessa de vantagem futura, SEM PROVAS (assustador!) apenas por mera convicção da juíza, uma opinião subjectiva, coisa que nem a investigação conseguiu provar ou arranjar factos! por mera convicção (assustador, novamente!). Acho muito bem que recorra até não poder mais! como condenar alguém sem provas??!
    Neste momento o senhor é um presumível inocente, a ser tratado como um condenado em prisão preventiva há mais de 3 anos e podia já ate estar em liberdade condicional! Onde é que já se viu isto??!!
    Como alguém um dia escreveu aqui e bem, é preciso denunciar e divulgar! Isto já devia de estar na TV, não só no “papel” !!! as pessoas têm de saber, têm o DIREITO de estarem informadas sobre a vergonha que é esta justiça portuguesa que só é “justa” para com quem quer, para com quem a paga de uma forma ou de outra: ou dinheiro ou dizendo o que “eles” querem ouvir!!!
    Força! mantenha-se integro e não compactuando com a podridão como tem feito, por mais que lhe custe a si e à família! Isto é SÓ vergonhoso! mas vai ter de ter um fim. Espero sinceramente que seja para muito breve! Oxalá tenha a sorte de lhe calhar a 3ª secção no sorteio (e não a 9ª como viciosamente sempre acontece – o que é estatisticamente impossível!!…assustador de novo!) no recurso da medida de coacção que parece ser a única que tem juízes isentos e que à semelhança do seu co-arguido consiga sair daí!
    Boa sorte! sim, porque afinal na justiça pelos vistos é preciso!

    • Acabei se ler a notícia do CM e como seguidor deste blogue, concordo plenamente com a Sra. D. Inês, é precico informar mais e melhor!!! E quanto a “casos”… mesmo quando alguns pagam quantias exorbitantes em troca da liberdade, será que ninguém dos “Doutos Srs.” se questiona de onde este dinheiro virá??? quando há malas de dinheiros aqui e ali e dinheiros depositados em contas aqui e acolá, nada se conclui? não há suspeitas ou convicções nestes casos, que cheguem para acusar ou condenar? Mas depois condena-se tão facilmente e levianamente uma pessoa, por corrupção passiva, neste caso este senhor inspetor, recorrendo a uma simples conviccão/opinião (que por si só já é subjectiva) quando nem provas existem para o dito crime ?! e enquanto este recorre da decisão, em seu pleno direito, mantém-se a pessoa, um ainda presumivel inocente, num autêntico terror de banho Maria em prisão preventiva a cumprir basicamente uma pena já maior do que a de muitos condenados!?
      Só trafulhas e trafulhices! E pelos vistos algo se passa de muito grave na 9 secção do tribunal da Relação, para que colegas directos da secção vizinha, se tenham sentido na obrigação e dever de ao seguir de forma coerente a Lei, fazer tamanha “chamada de atenção” à dita 9 secção!
      Haja alguém ou “alguéns” que vejam mais além e veremos se de facto a justiça lucra a todos de igual forma, porque depois de um despacho destes, este senhor só tem de saír imediatamente da situação em que se encontra, tal como sucedeu ao seu co-arguido que inclusivamente também tem uma pena de 5 anos e meio e cujo referido despacho devidamente justificado como se entende, o colocou em liberdade plena!
      Aguardemos!

  3. Começo por desejar que tudo corra bem com a senhora sua Mãe que tenha rápidas melhoras.
    Quanto ao Inspector João de Sousa estou muito assustado com a justiça que nós temos, faço minhas as palavras do texto da Dona Inês Silva o qual concordo do inicio até ao fim.
    Um Abraço e muita força para levar esta tormenta até ao fim.

  4. Inspector Joao mais vale tarde que nunca. Espero que seja efectuada justiça no caso concreto e com a completa e devida reparaçao de danos. Nao deixe de lutar por essa “CAUSA”, logo que chegue a liberdade. Nao esquecemos que já podia tê-la conseguido (a condicional) mas optou por recorrer e ir até ao fim da linha, prejudicando a familia com a sua continuada ausência. Força e bem haja (e dignitas).

  5. O tribunal da relação de Lisboa é “só” um antro de gente esquemática que decide o que quer e muitas contradizendo-se com anteriores decisões deles próprios somente para entalar este ou aquele. Esta gente que não é responsabilizada por nada e que fazem o que muito bem lhes apetece. Isto vai ter que acabar um dia.

  6. A Justiça não funciona, está podre! essa é a realidade!
    Mas ainda que muita gente não o sinta, o maior Poder está no povo, é preciso por isso mantê-lo informado e isso cabe aos meios de comunicação que se querem isentos. O sistema judicial está implementado, existe mas para servir este povo e não o contrário. É preciso não esquecer!!!! e se não estamos bem servidos, há que agir!!
    Força Inspetor, deste lado há muita gente que o lê e que o segue!
    … também muita gente que, como sabe e está mais que visto, não o quer escutar!
    Parabéns por mais este fabuloso texto!
    Abraço

  7. <sinto vergonha por isto tudo e mais quando ouço os detentores do poder(quando lá estão sentados) se vangloriam ao afirmar que os poderes estão separados e não interferem nas decisões dos outros.E esta porcaria de país é pequena, de contrário comiam-se uns aos outros

  8. Wind up saving money intriguing, You’re especially skillfull doodlekit. I’ve truly moved into a feed as well as toward desiring really ones fabulous after. Adtiyionalld, Could very well embraced your web site in doing my web sites!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s