“Karma ou Simplesmente Humano?”

Prisão Preventiva: 2 anos, 3 meses e 26 dias!!!

Leitura da sentença, faltam: 57 dias!

Dia 18 de Julho de 2016, segunda-feira, celebrou-se o “Dia Nelson Mandela”!

Nelson Mandela pediu a todos nós que fizéssemos “pontes”. Pontes entre amigos, conhecidos, familiares, adversários e, mais valoroso ainda, entre inimigos.

Esta semana, atendendo à data, ao que se celebrava, propus-me fazê-lo: compreender-me melhor por forma a entender o “Outro”, colocar-me na “pele” do meu interlocutor, na pele de quem não simpatiza, não gosta, daquele que antagoniza, critica duramente. Tentei perceber o que motiva o rancor, o ódio e cheguei à conclusão, após dura introspecção, que tudo é o resultado de um pouco dos outros e muito de mim (nem podia ser outra a conclusão alcançada por um reconhecido egótico).

Este autêntico castigo – 2 anos, 3 meses e 26 dias de prisão preventiva – tornou-me mais humilde (ainda que nutra uma megalómana expectativa de ser condecorado pelo Exmo. Sr. Presidente da República, uma vez que este está a agraciar todos os Campeões Europeus das várias modalidades e eu, assim como os meus quatro co-arguidos presos, somos “Campeões Europeus” de permanência em prisão preventiva!)

Conquanto tenha alcançado a difícil tarefa de ser mais humilde, não expectem que a capacidade de rir de mim mesmo se tenha volatilizado, até porque Winston Churchill deixou-nos: “Uma piada é uma coisa muito séria”. O tema de hoje é de tal melindre e gravidade, um atentado tamanho à minha masculinidade (pelo menos nas bocas daqueles que me criticam) que somente sorrindo consigo expor.

Nadine Dorries (MP “Tory”) uma das aliadas de David Cameron, disse ao “Daily Mail” da semana passada, sobre a vitória do “Brexit”: “Karma can be such a b…!”

Pois é, Caro(a) Leitor(a), o “Karma”, ou Carma, se quiserem, é o “encadeamento de causa e efeito, tanto no plano físico como no moral”, convicção presente nas religiões da Índia, e de facto pode ser algo tramado, se for essa a nossa crença: fizeste mal, a roda girou e o mal tocou-te à porta! Só tens o que semeaste!

Mas do que falo eu? Vou explicar, sem nunca deixar de “sacudir os guizos para que não me oiçam os gemidos”, como nos ensinou Camilo Castelo Branco.

Digam lá, se não é o “Karma” ou simplesmente o lado humano da questão.

Há uns anos atrás, estava no Tribunal de Almada a apresentar um homicida ao Juiz de instrução para a realização de primeiro interrogatório após a sua detenção.

O Juiz, Dr. Vitor Teixeira de Sousa, foi o juiz que, anos depois, decretou a minha prisão preventiva!

O colega da P.J. que comigo estava, titular do inquérito, no qual eu tinha colaborado – vou acrescentar, ironicamente, o que disse em Tribunal a Sra. Maria Alice – “pontualmente”, era alguém que tinha tanta vocação para investigar homicídios, quanta desenvoltura aritmética o Eng. António Guterres tem para fazer cálculos numéricos de percentagens do P.I.B. nacional!

E eu, soberbamente, propalava o facto, criticava o colega que em abono da verdade era apenas uma vítima da deficiente gestão de recursos humanos da instituição, mais concretamente na Coordenação do D.I.C. de Setúbal.

Relato isto para se compreender a gravidade do meu acto, a sobranceria do meu comportamento, a extrema falta de humildade, diria mesmo de empatia (pronto, agora vão afirmar que sou de facto um sociopata criminoso! Não faz mal, este é um exercício doloroso de contrição, fruto de árdua introspecção).

Sem falar um com o outro – só o indispensável “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite” – cada qual ocupava seu tempo no espaço do Tribunal de Almada (o mesmo que é a sede do meu inquérito no âmbito do qual estou preso) aguardando a chamada do detido para se iniciar o seu interrogatório.

A certa altura, o colega dirige-se para a casa de banho. Passados cerca de 10 minutos, dirigiu-se a mim, após sair do W.C.:

– Olha lá … chega aqui comigo – sem me olhar.

– O quê?! – eu, depois de levantar os olhos da minha leitura.

– Vem comigo! – já se encaminhando para o local dos sanitários.

Sem perceber o que se passava, percebendo no entanto que algo, possivelmente grave, se tinha passado na casa de banho, segui o perturbado colega.

Ele, no interior da casa de banho, eu antes de franquear a porta:

– O que é que se passa? – eu já a sorrir.

– Deixa-te de m…! – ele junto da sanita, levantando o tampo da mesma – Vê lá!

– Vejo o quê? – sem controlar o riso, olhando a figura daquele indivíduo a quem custava esforço sobrehumano dar-me os “bons-dias”, quanto mais sujeitar-se àquela situação.

Esforçando-me para não rir, consegui articular:

– Queres que eu veja o que estiveste a fazer?

– Deixa-te de palhaçadas e vê lá, diz-me o que achas? – sem qualquer frescor nas faces, mais porque se viu na necessidade de recorrer a mim do que devido à falta de frescura que facilmente se sentia no exíguo espaço, atendendo ao cheiro que preenchia a divisão.

– Ok. Tens sangue nas fezes. – sentenciei sem conter o riso.

– Tá bem, ó Doutor. Isso sei eu. É mau? – sempre mirando a sua obra.

– Está prolapsada? – questionei.

– Porra! Julgas que estás a tentar impressionar as procuradoras. Em português! – irado.

– Tens que enfiar manualmente a hemorróida para dentro? – quase a rebentar a gargalhada.

– Sei lá, nem lhe toquei – indignado.

– Nem eu lhe vou tocar – e explodi à gargalhada – Não te preocupes, deve ser da alimentação que fazes!

– Vou ter que comer “saladas-maricas” como tu? – recuperando a confiança.

– Maricas!? Mas tu é que tens problemas no “hemorroidal”? – deixando-o a descarregar a água que levou a sua “natureza morta” em tons de carmim.

Claro que relatei a história na P.J.: “Vejam lá, o tipo nem me fala, não gosta de trabalhar comigo, sou o “Doutor”, o “vaidoso”, mas nos apertos quer uma opinião!”

Agora digam lá que não é o “Karma”, castigo divino ou simplesmente a condição humana!

Montesquieu, dizia algo como: “Até o mais poderoso dos reis está sentado sobre a mesma parte do corpo que o mais miserável dos homens.”

Segunda-feira, 27 de Junho de 2016. Sentado no banco dos arguidos começo a sentir um ligeiro incómodo na região com a qual os reis se sentam nos seus tronos.

Da parte da tarde, já fazia equilibrismo: nádega esquerda, nádega direita, ao centro é que não!

Acabou a sessão. Fechado no E.P. da P.J. em Lisboa.

Começa o “bullying” junto à porta da cela: “Ó porco pan…! Queres é um pau de vassoura por esse … adentro!”

Começo a despir-me: sangue nas calças do fato Hugo Boss!

E agora? Dentro da prisão uma crise no “hemorroidal”?! Vai ser bonito vai!

Calma! Vamos esperar que os outros presos sejam fechados porque os tipos abrem a portinhola e depois deparam-se com o “careca-com-cara-de-diabo-da-judite” a fazer tracção manual nas nádegas. Era um fartote: “Olha o “mariconero”, “gay”, seu p…!”

Está na hora. Já foram fechados, vamos lá ver a “coisa”!

Apalpação: ui! Algo que devia estar lá dentro está abusivamente cá fora!

Tenho que ver… mas não tenho espelho! Agarrado às nádegas procuro, no interior da cela, superfícies reflectoras! Mas o quê? Onde?

Ao lado da sanita! A tampa do esgoto, polida : “espelho meu, espelho meu, o que me sai de dentro, o que é que aqui me apareceu?”

Agachado, ao lado da sanita, agarrado aos glúteos, qual bailarina dançando a “dança da garrafinha”, o “Inspector Hugo Boss”, membro da Academia Americana de Ciências Forenses, “Masterblaster” da investigação criminal, contempla horrorizado o represamento do sangue da mais exuberante vascularização anal!

Ainda “aberto ao mundo” relembrei-me da expressão dorida do colega no Tribunal de Almada, e… desmanchei-me a rir: de mim, da vida, da situação, parando de imediato pois cada vez que gargalhava o quadro dantesco parecia ganhar vida!

E agora? Preso. Numa prisão hostil. E com esta região do corpo, tão melindrosa em ambiente prisional, horrivelmente mal tratada!

Como comunicar a minha condição no departamento médico, sem que assim que eu saia do gabinete, toda a população prisional – guardas e reclusos – não o saibam e comentem?

E o sangramento, amanhã, em Tribunal?

Fomos à mala dos cosméticos e havia compressas: dia seguinte, João de Sousa, com compressa entre nádegas, qual penso higiénico. Se isto se sabe: pior a emenda que o soneto!

Mas o exercício de humildade, o “Karma”, não fica por aqui.

Estabelecimento Prisional do Montijo. Hora do almoço.

– Sr. Guarda, preciso de ir à casa de banho! – solicito sempre após o almoço por forma a conseguir passar o fio dentário nos dentes. A casa de banho onde me levam só tem urinol, não interessa, é só para realizar a higiene oral – hoje tem que ser outra casa de banho, hoje é sólido! – na realidade, eu queria era mudar o penso, perdão a compressa!

– Vamos à zona da cela disciplinar – o solicito guarda.

Chegado lá, encontrava-se um recluso de castigo. Tudo bem, fui à sanita da segunda cela disciplinar. O guarda e o recluso a falarem no exterior da cela, o João de Sousa atrapalhado a mudar compressas. Se eles vissem isto …

Compressa usada na sanita, lavar, um fabuloso exercício de contorcionismo, a área “ofendida” – (atenção que na prisão não existe “bidé”) – e puxo o autoclismo!

“Ó Diabo! Que cheiro é este?” – pensei, quando a descarga de água levou a compressa escarlate.

Mas eu não defequei! Aproximo-me da sanita … espreito … e … rebento a rir ainda com o cinto nas mãos: um pássaro morto na sanita!!!

Com a minha vascularização anal num estado lastimável, saio ao encontro do Guarda e do recluso e digo com o meu tom de voz mais másculo:

– Para evitar comentários jocosos, quero deixar aqui aos dois que o pessoal da “Judite” não anda a “cagar” pássaros! – perdoem-me a boçalidade mas em “Roma sê romano”.

O guarda foi espreitar o pássaro morto e sorriu da piada, desconhecendo ele o estado em que eu tinha o meu orifício externo do recto! Se eles soubessem, imaginem as piadas!

Mas o tormento, o “Karma”, o exercício de humildade não acaba aqui (isto é que vai ser um deleite, uma “mina de ouro” para aqueles que “simpatizam menos” com a minha pessoa).

Já em “Ébola”. Enfermaria:

– Então diga lá, o que tem? – tinha que ser esta enfermeira! Ela “simpatiza” muito comigo!

Não havia outra maneira de colocar a situação: “É o hemorroidal!” – com ar triste, o recluso João de Sousa.

– Tome lá esta pomada e faça banhos de água quente!

O quê?! Água quente?

Primeiro, onde vou eu arranjar água quente na cela? Segundo, água quente no “hemorroidal”?!

Eu bem disse: tinha que ser esta enfermeira.

Dia seguinte, uma médica nova e a jovem e profissional enfermeira. Se com a outra foi fácil, com estas duas, jovens e bonitas, dizer qual o problema…: “O hemorroidal!” – bati no fundo!

Ambas sorrindo. Solução: a pomada e gelo! O.k., e onde vou eu arranjar gelo?

A profissional enfermeira “saca” uma luva de latex e começa a encher a mesma com água!

Sorrindo: agora congela e depois faz o gelo!

– Como? – adivinhando eu o que aí vinha.

– Introduz os dedos!

– E era preciso encher tanto de água o dedo mínimo – tentando salvar a integridade do meu orifício, rogando aos deuses que a médica não indicasse como posologia a introdução do dedo médio, gordíssimo porque o latex expande muito com a água.

– É só introduzir! – última indicação que ouvi, em choque, antes de abandonar a enfermaria cabisbaixo.

E onde se congelam as luvas? No frigorífico do refeitório! No final das refeições, toda a população prisional, via o “gajo da Judite” tirar do congelador “luvas congeladas”.

Foi segredo, até ao dia em que um recluso caiu no banho e necessitou de colocar gelo na cabeça:

– Quem é que tirou daqui a minha luva? – eu.

– Sr. João, o Sr. “X” precisou de gelo, fui eu que tirei! – o guarda.

– E agora? – estando nesta altura o “recluso que caiu” com a luva na cabeça ao pé de mim e do guarda.

– Sr. João, eu necessitei… – o recluso.

– Pois, mas isso são as luvas do meu “hemorroidal”! – já está.

Afastando a luva: “Do seu cú?! – com uma expressão semelhante à do colega da P.J. que tanto gozei.

– Sim, mas só os dedos e essa ainda não tinha utilizado!

Eu devo merecer tudo isto! E assim fiquei? Não, ainda há mais!

Com toda a gente a saber que o João de Sousa enfiava dedos congelados no pior sítio para introduzir algo quando se está preso, ainda que ninguém nada comentasse à minha frente (à semelhança dos “anónimos da net”) claro que se estavam a divertir quando, às 01h00 do dia 6 de Julho de 2016, tive que bater na porta da cela e fui levado para o hospital, de urgência, onde, na nádega direita, inocularam-me uma “dose para cavalos” de analgésicos!

Por causa do hemorroidal? Nada disso! Osteíte púbica, pubeíte, mais conhecida por pubalgia!

Foi o que o médico diagnosticou? Não, o médico quando viu o “tipo careca” com dois guardas prisionais ao lado, sentado na cadeira de rodas porque não se conseguia mexer, agarrou na seringa: toma lá e vai-te embora para a prisão!

O diagnóstico é meu! Se calhar é cancro! Se calhar já estou a apodrecer aqui, como é desejo de alguma “boa gente”.

E explicar à população prisional que usava muletas não por causa do esfíncter anal, mas sim devido à condição dolorosa da sínfise púbica consequência do excesso de treino!?

– Sim, sim, qual excesso de treino! Excesso de prisão lá em Lisboa, onde te fizeram aquilo que se vê nos “Condenados de Shawshank”! – talvez fosse esse o pensamento deles que eu lia no seu olhar.

Não era suficiente colocar “remendos em odres rotos” (as compressas) a seguir vieram as mãos geladas, depois não mexer as pernas: deve ser “Karma”!

Estou a pagar por todo o mal que fiz! A corrupção? Não, o quanto gozei com os colegas! Reconheço agora, estou mais humilde, desejo fazer “pontes” como Mandela!

Nada como um problema no “hemorroidal”, no interior da prisão, para vermos a luz ao fundo do túnel (e não é nenhum trocadilho com uma qualquer galeria ou passagem subterrânea e o meu orifício que até há pouco tempo somente expelia!)

Sou outro homem depois de ter alcançado a humildade (e sim, concedo, também por causa dos dedos gelados das luvas, nunca mais serei o mesmo). Reconheço agora o quanto sofreu o colega naquele dia no Tribunal de Almada. Este texto é um exercício de partilha, de dádiva para com os meus “ferozes críticos” (e estou a utilizar um eufemismo).

A causa do episódio das hemorróidas? O que disse a médica?

Aqui, a medicina não chega, a única coisa que me chegou foram as luvas!

Constipação intestinal: não tinha, logo esforço para evacuar, não o fiz (tive que fazer esforço para introduzir, isso sim!)

Obesidade: não se verifica.

Diarreia crónica: ausente.

Prender as fezes com frequência, evitando defecar sempre que há vontade: pelo contrário, aqui faço-o depressa porque não existe privacidade uma vez que o guarda pode abrir a porta a qualquer momento!

Cirrose ou hipertensão portal: não se verifica.

Ficar longos períodos sentado no vaso sanitário: negativo, lembrem-se da falta de privacidade.

Sexo anal: não! (Pelo menos até ao episódio das luvas!)

Como vou agora desmistificar isto, como não vão os meus “críticos menos simpáticos” escarnecer, ridicularizar?

Não devia ter partilhado isto? Como não? Foi “Dia Nelson Mandela”, temos que fazer “pontes”, perdoar quem nos quer mal, oferecer a outra face (ou nádega! Antecipei a piada fácil.)

Sabem como é que eu consigo?

Rindo! Rindo de mim. Compreendo a beleza de tudo isto, mesmo no pior dos momentos, gargalhando quando, ao partilhar o vivido com a minha mulher e com a “ninhada”, nos desfizemos em lágrimas a rir e o Jr. rindo sem saber do quê (que belo sorriso ele tem!)

– O pai tem dores no rabo! – a Helena.

– É por isso que estás de lado, pai? – a Leonor.

– Pedro, és doido?! Vais lá agora colocar isso no blogue! Que parvoíce! – a minha mulher – eles ainda vão ganhar mais rancor a ti! – presciente.

Pois aqui vos deixo, com uma gargalhada. Ah! Para quem se preocupa genuinamente: estou a recuperar da pubalgia (já dispensei as muletas) e já estou bom das hemorróidas (conquanto nada fique como dantes! Malditas luvas!)

Sorriam sempre (isto é: se tiverem capacidade para tal) porque afinal, todos somos simplesmente humanos e se o “Karma” existe… não tocará só a mim!

Anúncios

25 thoughts on ““Karma ou Simplesmente Humano?”

  1. Este tipo é um super mentiroso compulsivo!
    Já aqui tinha avisado há várias semanas, questionando inclusive a sua alcunha dentro da prisão, que as suas relações não eram heterossexuais. Nunca quis entrar muito por esse campo, simplesmente pretendi demonstrar a todos que a vida na prisão lhe estava a fazer bem! Pelo menos tinha (e tem) uma relação consentida com outro detido, que é do conhecimento de toda a população prisional. É uma situação comum, mas que ocultada neste blog entre uma fantasia sem fim, fazia mais sentido.
    Agora, vir inventar esta história, inclusive utilizando os filhos, crianças que não se podem defender e proteger a sua identidade, é descer baixo de mais!
    Se existir justiça neste mundo, este tipo terá de pagar todas estas imoralidades e juntar às trafulhices e crimes que cometeu. Mentir desta forma é só confirmar aquilo que todos já pensamos dele: SEM VERGONHA!
    Não sei se será karma ou humanidade, mas Deus e a Justiça não podem tolerarar que este tipo encha o mundo de mentiras e patranhas, podendo desta forma achar que a todos engana e passar impune.
    Por mim é tudo, apodrece porque já estás maduro!

    • Carrasco e tu és um super maníaco, obsessivo pelo João! Sempre a picar o ponto há mesma hora após a publicação de cada texto. Acho que só pode ser amor com tanta obsessão e como não é correspondido é inventado um amigo e uma alcunha.
      Partilha lá com o pessoal o nome do amigo e a alcunha fiquei curioso ou será só bluff ?Ou medo ?
      Ou toda a tua conversa fiada não passará de uma grande mentira. Será que aqui o mentiroso afinal és tu, carrasco ?

      • Arrepia o Gato ( Carrasco ) se queres atacar alguém podes fazê-lo directamente a mim Joaquim Maravilha, repito Joaquim Maravilha sem necessidade de atacar pessoas que não são tidas nem achadas na conversa.
        Não me escondo atrás de um ou vários nomes ficcionistas. Não sou da tua laia! Felizmente sou homem suficiente para assumir os meus comentários.
        Já vi que é só mentiras e que és o primeiro a fugir com medo. Cobarde!

  2. És pouco aldrabão oh Sousa!
    Igual às tretas que contavas no piquete…
    Vai lavar o rabo oh cão criminoso!
    Estás bem é com os costados de molho.

    • Ó Carrasco, como podemos ter a certeza que o mentiroso é o João e não o Carrasco? Pelo ódio que transpira, também transpira algo de muito mau que o João lhe tenha feito…o que terá sido? Que o gajo escreve bem e será talvez um bom falante (daqueles que se diz, “ninguém o leva preso”…mas está) e isso é causa de muito inveja dentro da instituição de “colegas” de 4ª,classe regimental?
      Difamar o homem, atingindo a família é feio. Tenha muito cuidado com as telhas de vidro.

      • A mulher do Sousa passa a vida a vir defender o marido com outros nomes, mas no rondar usa o nome dela e lá em casa não se importa de lhe meter os palitos…

      • No TINDER! A mulher do Sousa passa a vida a vir defender o marido com outros nomes, mas no TINDER usa o nome dela e lá em casa não se importa de lhe meter os palitos…

      • oooy masbro…gimana kabarnya Bay, udah backpacker mana aja bro ? hahaha…nah ini dia dah…ane nda pernah ke seattle si8##h230;wakakak&&8230;tapi kamu keren juga bay…bisa nemu link untuk penjelasan lainnya…jadi dapat beberapa sumber deh…gmana kabarnya bay ?

  3. Sr João,desejo-lhe as melhoras,desejo-lhe muita sabedoria e inteligência para saber lidar com estes comentários tão ofensivos…..deixo-lhe esta reflexão..””Que as verdades sejam ditas. Que as emoções sejam sentidas e não presumidas. Que os medos sejam combustível para novos desafios. Que a gente tenha fé para que os pequenos sonhos sejam realizados e que a nossa vontade de ser feliz não adormeça. Mesmo que os obstáculos apareçam, mesmo que no meio do caminho dê tudo errado. Recomeços existem para nos transformar…..””

  4. Inspector, pelos vistos continua a gerar muitos ódios e inveja, de uma coisa tenho a certeza, só quem tem alguma admiração tem estes sentimentos!

  5. AHAHHAHAHHAHAHHAHAHHA
    agora mais calma: ahahahahha
    não aguento: AHAHAHHAHAHAHAHAH

    Quando digo “Força, João!” não é para levar assim tão à letra. 😀 😀 😀

  6. Já o disse aqui e repito. O carrasco não passa de um encornado que tendo a convicção de que o joão lhe meteu a serra na cabeça anda aqui qual perseguidor compulsivo sempre atento para comentar mal chega o post da madrugada.
    “Arrepia o gato” e afins são sempre o mesmo tipo de gajo. Cornos!
    Escrever que a mulher dele faz isto e aquilo enquanto o homem está preso não apouca o joão mas sim coloca quem isto escreve ao nível do excremento humano que na realidade são.
    Para este tipo de “gente” normalmente a vida tem uma lição guardada e descansem meus caros que vocês não irão ser excepção. É só aguardar.

  7. Ó João, decerto arranjas por aí algum “Mandela” para te empurrar isso para dentro. Vamos ver se não foi um que as fez vir para fora. Depois de um “post” de me..da, só mereces comentários destes. Não havia um tema mais agradável para “falar”?

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s