Informação

Caro(a) Leitor(a),

Fonte fidedigna: Ministério Público pediu, para o Inspector João de Sousa, a condenação por associação criminosa e corrupção.

Não foram solicitados anos de pena.

Segunda-feira comentarei este facto.

Abraço a todos.

O Inspector João de Sousa

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12 thoughts on “Informação

  1. Não é mau, não é mau.
    Podia ser bem pior pelos crimes que constavam da acusação.
    O carrasco é que a esta hora está ocupado com a questão dos três colegas que foram de saco hoje ou será que o carrasco é o próprio gajo que foi de saco hoje? Querem ver?

  2. Calma que já vais ver como elas te doem…
    Agora já tens companhia no duche, já não precisas do Paulinho na cave a dar-te o dinheiro para esconderes em Moçambique!

  3. Um inspector da PJ ser condenado por Associação Criminosa e corrupção dá muito que pensar, muito mesmo! De qq modo, boa sorte, tudo lhe corra como desejar!

    • Era o primeiro neste país a ser condenado por associação criminosa, mas sendo Inspetor da PJ tudo é possível. Era no entanto algo fantástico e que viria demonstrar o poder da senhora MA, nos meandfos dos Tribunais. UM FACTO HISTÓRICO SEM DÚVIDA!!!!!

  4. Tudo é possível neste país de compadres e incompetentes!!!… se o Sr Inspector tivesse uns bons trocos, outra acusação cantaria… desculpem quero dizer, outro “galo” .

    É SEMPRE A MESMA TRAMPA!!

  5. Uns trocos tem, mas não os quer gastar, senão não valia a pena estar de cana. Para além disso o fisco papava-lhe o dinheiro que ele e os amigos não cobraram de IVA. Mas agora vejamos, como se pode aplicar IVA sobre ouro roubado?

  6. Por aqui Caro Inspector, é só gente com laivos invejosos. Tenho a sensação que estão cheios de pena de não terem eles uma oportunidade para prevaricar!!!!

  7. MP pede condenação de inspetor da PJ de Setúbal

    João de Sousa acusado de associação criminosa e corrupção.

    O Ministério Público do Seixal pediu esta terça-feira a condenação do inspetor da Polícia Judiciária João de Sousa, pelos crimes de associação criminosa e corrupção, nas alegações finais do julgamento de um caso de fraude fiscal no negócio do ouro.

    João de Sousa, inspetor da Polícia Judiciária que se encontrava ao serviço do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal quando foi detido, é um dos 33 arguidos no processo (incluindo quatro empresas), relativo a uma fraude fiscal de 6,6 milhões de euros, que está a ser julgada no Tribunal do Seixal, desde o passado mês de janeiro.

    A Procuradora do Ministério Público, depois de referir exaustivamente os factos provados, pediu também a condenação dos principais arguidos no processo, Paulo Martinho, ex-presidente da Associação de Comerciantes de Ourivesaria e Relojoaria do Sul, Florbela Gaspar e Celeste Rodrigues, pelos crimes de associação criminosa, fraude fiscal e branqueamento de capitais, entre outros.

    Para os restantes arguidos no processo, o Ministério Público pediu a condenação por crimes de fraude fiscal, defendendo a absolvição de todos os crimes de que eram acusados apenas para três arguidos: Fátima Faria, Hugo Faria e Catarina Gomes de Costa.

    Contactados pela agência Lusa, os advogados de alguns arguidos manifestaram, no entanto, a convicção de que o tribunal iria deixar cair a acusação de fraude fiscal para a maioria dos arguidos que respondem apenas por este crime.

    De acordo com a acusação proferida pelo Ministério Público, oito dos arguidos, em data não determinada, “decidiram constituir um grupo destinado à aquisição, em larga escala, de objetos em ouro no mercado nacional que posteriormente seriam fundidos, transformados em barras e vendidos no mercado internacional”.

    A acusação sustentava ainda que o alegado grupo criminoso operava num mercado que teve um crescimento exponencial, “fruto das elevadas cotações do ouro no mercado internacional”, e no contexto da crise que se instalou em Portugal desde 2008, que levou muitos portugueses a desfazerem-se de bens e joias de família.

    O despacho de acusação referia ainda que as barras de ouro eram depois vendidas na Bélgica e que o grosso do negócio era feito à parte, ou seja, escamoteado às autoridades tributárias, financeiras e judiciárias, tese que, pelo menos no entendimento do Ministério Público, foi provada durante o julgamento.

    O julgamento prossegue quarta-feira, a partir das 14h00, com as alegações finais da defesa, prevendo-se que esta fase se prolongue por mais alguns dias, dado que alguns advogados admitem pedir mais tempo do que os 60 minutos que estariam previstos para cada um deles nas alegações finais.

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