“Texto extraordinário, infelizmente!”

Estimado(a) Leitor(a), este texto é extraordinário no sentido que não é conforme ao costume geral, ou seja, vai ser publicado antes de segunda-feira, sendo que, no dia 6 de Junho de 2016 (2ª feira), publicar-se-à o costumado texto.

E infelizmente porquê?

Passo a explicar.

A petição que gentilmente mais de 1000 pessoas subscreveram, a petição nº112/VIII/1, cuja entrada na Assembleia da República se verificou a 13 de Maio de 2016, desceu à comissão respectiva – Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias – em 25 de Maio de 2016. Está em apreciação.

Aguarda deliberação sobre a sua admissibilidade.

O número mínimo para a aceitação são 1000 assinaturas.

Informa o “site” da Assembleia da República que a petição tem somente 786 assinantes válidos.

Apurou-se junto da A.R. que alguns assinantes somente colocaram o primeiro e o último nome, devendo cada assinante colocar o nome completo e o número do seu B.I. ou Cartão de Cidadão.

Agora vem o infelizmente: indivíduo ou indivíduos deram-se ao trabalho de “sabotar” a petição, preenchendo o campo do nome e depois colocando “1,2,3,4,5,6,7” no espaço reservado ao número do documento de identificação! Isto foi repetido inúmeras vezes, sempre com nome diferente e o mesmo número! Infelizmente!

Já o tinha deixado em outro texto, mas vou repetir: a petição não é para colocar em casa com pulseira o Inspector João de Sousa; não tem como objectivo colocá-lo em Liberdade ou inocentá-lo dos ilícitos que possa ter praticado! As petições não têm esse poder! Sosseguem, só o Tribunal pode condenar ou absolver!

A petição tem um nobre objectivo: solicitar ao Legislador, debate sobre o Instituto da Prisão Preventiva, os prazos da prisão preventiva e a forma como é aplicada.

Não se trata da minha prisão preventiva! É a de todos!

É um exercício de civismo, de discussão pública, uma iniciativa que reuniu muitos esforços, muito zelo e dedicação por parte de várias pessoas.

Infelizmente, um ou vários indivíduos, ignaros, assustaram-se e devem ter articulado no seu fraco cérebro “Não podemos deixar o tipo sair da prisão! Vamos “minar” a iniciativa!”

A petição não tem esse propósito!

A partir de 4ª feira, 1 de junho de 2016, somente 30 dias são ofertados para reunir as 214 assinaturas em falta.

Não sei se é possível conseguir tal número.

Se por acaso o meu “secretariado” e aqueles que de imediato se disponibilizaram a reunir o número suficiente de assinaturas, não o lograrem fazer, não desanimem, não desistam, olhem para mim: depois de tanto perder, ainda aqui estou a reagir!

Quanto ao(s) pobre(s) beldroegas que só dão força aqui ao recluído empresta(m), uma vez que labor emprega(m) no prejuízo da minha pessoa, inferindo-se facilmente que esquecido não estou e sombra ainda projecto, arranje(m) vida social ou trabalhe(m) nas horas de expediente em vez de estar(em) a navegar na “net”!

Lamento todos os outros que de forma honesta assinaram e foram “sabotados”, agradecendo a atenção e diligência apresentada.

Um abraço a todos!

J. de Sousa

Petição nº112/VIII/1: http://www.peticaopublica.com/viewsignatures.aspx?pi=AjudeQuemNosAjudou

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